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COLETÂNEA DE ATIVIDADES RECREATIVAS



RODRIGO PREZENÇA

(Diretor ABRE Regional Espírito Santo)


TOTO-TACO

Adaptação: ao meio terrestre. Adaptação aos implementos: bastões, capacetes, luvas e bolas de tênis. Adaptação aos outros: os alunos terão que respeitar o espaço demarcado para o jogo, terá o espaço demarcado para cada jogador, e esse espaço terá que ser respeitado entre eles.


DESENVOLVIMENTO

Pode ser jogado tanto em quadras abertas quanto em quadras fechadas ou campos, pode ser praticado tanto por homens quanto mulheres e também com equipes mistas, sendo esses divididos em faixa etária. As equipes podem é constituída por 1 goleiro e 4 jogadores, a cada gol marcado a equipe ganhará um jogador. A quadra é dividida em 3 partes defesa, meio e ataque e cada parte têm seus círculos para cada jogador, sempre intercalando defesa e ataque. Os instrumentos usados para a prática desse esporte são 1 bastão, bolas de tênis e equipamentos de proteção para o goleiro, e o objetivo principal do jogo consistem na marcação de gols, fazendo com que a equipe que marcar o maior número de gols no tempo da partir saia vencedora. Este jogo não terminará empatado. Bambolês fixados na parte inferior das traves estimulam a competição entre as equipes bem como o contato entre os jogadores, em caso de um jogador acertar o adversário com o bastão é marcado pênalti.


Regras:

1. A Partida terá início com 1 goleiro e 4 jogadores, 1 na defesa, 2 na parte central da quadra e 1 no ataque.

2. A cada gol marcado, acontece um rodízio entre os jogadores no sentido horário para que todos joguem em todas as áreas do campo. A equipe terá um jogador a mais e assim sucessivamente até que complete os 11 jogadores de linha.

3. Cada partida tem dois tempos de 20 minutos. Em caso de empate no tempo normal, as equipes disputam uma prorrogação em 1 tempo de 6 minutos, se persistirem o empate nova prorrogação acontece até que uma equipe saia vencedora.

4. Há 6 árbitros e 2 mesários. São 2 árbitros para linha de defesa, 2 para parte central da quadra e 2 para linha de ataque.

5. Os jogadores de linha não podem utilizar os pés para bater na bola nem sair da sua área demarcada que é um círculo com diâmetro de 1,5m. Somente o goleiro pode usar os pés e o corpo para controlar a bola.

6. Em caso de um jogador acertar o adversário com o taco será cobrado um pênalti a uma distância de 7 metros do gol.

7. A bola só pode ser rebatida para o gol de fora da área e pelos jogadores que estão no ataque.

8. Não é permitido rebater a bola diretamente para o gol, logo a bola deve ser trabalhada em todos os setores da equipe.

9. O jogador que fizer 3 pênaltis será expulso da partida e a equipe só terá outro integrante quando marcar um gol.

10. Nas traves abaixo será colocado 2 bambolês de cores diferentes com pontuações diferentes:

- Bambolê Amarelo: 2 pontos

- Bambolê Vermelho: 4 pontos

11. Obrigatório o uso de equipamento do goleiro (luvas e capacete).



METEORO

Objetivos: Trabalhar coordenação motora grossa, propriocepção, equilíbrio, agilidade e precisão. Adaptação: ao meio terrestre. Materiais: bola, Saco, Corda, Cones, Pratinhos de Agilidade, e Bambolês ou qualquer material que tenha a disposição.

DESENVOLVIMENTO

Pode ser jogados tanto em quadras abertas quanto em quadras fechadas, campos ou em áreas com mínimo de espaço que possibilite os participantes correr. Os participantes serão divididos em equipes. Cada equipe terá um bambolê próximo a ela que servirá de referencia para que sejam colocados os implementos. Os implementos serão espalhados em torno do recreador que ficará girando o Meteoro. O recreador irá rodar o Meteoro que está dentro do saco. Para pegar os implementos, sairá um participante de cada equipe para pegar os implementos. Caso o Meteoro acerte um participante, o jogo é interrompido, pois só pode pegar os implementos quando o meteoro estiver girando. O participante que for acertado perde a vez (vai para o final da fila), o outro participante que pegou o implemento, mas, não foi pego pelo Meteoro devolverá o mesmo para seu lugar de origem.

E assim deve transcorrer o jogo até que termine os implementos, ao final as equipes devem contar à quantidade que cada equipe pegou. *Variações: você poderá colocar obstáculos que dificultem a passagem dos participantes até chegar aos cones e pratinhos de agilidade. Ex. Bambolês.



JOGO DA MUDANÇA

Objetivos: trabalhar coordenação motora grossa, propriocepção, agilidade, atenção e precisão. Adaptação: ao meio terrestre. Materiais: giz, cones, Pratinhos de Agilidade e Bambolês ou qualquer material que tenha a disposição.

DESENVOLVIMENTO

Pode ser jogados tanto em quadras abertas quanto em quadras fechadas, campos ou em áreas com mínimo de espaço que possibilite os participantes correr. Os participantes serão divididos em equipes e colocados em fila um atrás do outro. Cada equipe terá ao lado de sua fila uma base (Ex: base 1), e outras ao longo do espaço denominadas base 2, 3 e 4. As bases poderão ser feitas com os materiais que tiver disponível. Cada equipe terá a mesma quantidade de objetos dentro da base 1 (Ex. 12 cones), e um de cada vez em suas filas terão de levar os objetos e colocar na base 2, quando todos os 12 cones estiverem na base 2, deverão levar para a base 3 e base 4 e assim sucessivamente. Porém tudo que vai... Volta... As equipes terão de fazer o percurso retornando os 12 cones da base 4 para as outras bases 3, 2 e 1. A equipe que retornar com os 12 cones para a base 1 primeiro será a vencedora.


PASSANDO O BAMBOLÊ

Objetivos: trabalhar a socialização, cooperação, estimular a coordenação motora grossa, velocidade e concentração. Adaptação: ao meio terrestre. Materiais: bambolês.

DESENVOLVIMENTO

Pode ser executados em quadras abertas, fechadas, campos, salas de aula pátios e etc. Colocar os participantes de mãos dadas formarem um grande círculo e com o bambolê entre os braços de dois alunos eles terão que passar o bambolê sobre o corpo sem soltar as mãos. Existe também uma adaptação desta brincadeira clássica: divida as crianças em 3 ou 4 grupos com o bambolê nos braços de 2 crianças. As crianças deverão passar o bambolê sem soltar as mãos até chegar ao lugar que estava inicialmente. Vence o grupo que conseguir dar 3 voltas primeiro! Lembrando que se desatarem as mãos ou ajudar com as mãos, o bambolê volta para o início, zerando a contagem das voltas.


DINÂMICA CASA, MORADOR, TERREMOTO

Objetivos: descontrair os participantes, estimular nível de atenção e concentração. Adaptação: ao meio terrestre. Números de Participantes: mínimo de 12 participantes. Materiais: música bem animada.

DESENVOLVIMENTO

Para realizar a atividade o facilitador deve pedir ao grupo três voluntários; Tendo as três pessoas ele deverá orientar duas das pessoas a se posicionarem uma de frente para a outra, com os braços erguidos, de mãos dadas no alto, formando a casa. A terceira pessoa deverá se posicionar embaixo dessa casa. Ou seja, as duas pessoas uma de frente para a outra e a terceira, entre elas; O facilitador deverá informar que esta é a casa com o inquilino e que as demais pessoas da sala, ao seu sinal, deverão se dividir em trios e formar outras casas com inquilinos; Deve explicar que toda vez que disser MORADOR, todos os moradores (e só os moradores) deverão se deslocar de suas casas, procurando outras casas para se alojar; Toda vez que disser CASA, todas as casas (as duas pessoas, com os braços erguidos e sem soltarem as mãos) deixam seus inquilinos e saem para procurar outros inquilinos (param sobre um inquilino qualquer que estiver sem casa); Toda vez que disser TERREMOTO, tudo muda e todos os participantes se movimentam para formar outros trios. As casas se desmontam, podendo os seus integrantes formarem novas casas com outros elementos, ou passarem a ser inquilinos. Os inquilinos podem formar uma casa com outros elementos ou permanecerem inquilinos de outras casas. O importante quando for dado o comando TERREMOTO é que todos busquem outras posições; É importante que na orientação, o facilitador deixe claro que, ao seu comando, não deve sobrar ninguém. Nem casa sem inquilino e nem inquilino sem casa;

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ABRE - Associação Brasileira de Recreadores

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